
Jaqueline
Psicóloga infantilEscuta, observa e orienta a criança e a família, com cuidado em cada fase.
A psicologia infantil na Salus atende a criança e orienta a família. O trabalho começa por uma conversa com os pais ou responsáveis, e a criança é acompanhada de um jeito que ela entenda: brincando, desenhando e jogando.
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É um acompanhamento conduzido por psicóloga, voltado para crianças, em que o brincar e o desenho funcionam como forma de comunicação. Criança nem sempre consegue nomear o que sente, então o trabalho acontece na linguagem dela.
A família participa do processo. Sem os adultos que convivem com a criança, o que acontece na sala não se sustenta em casa nem na escola.
Nenhum item sozinho fecha um diagnóstico. São sinais de que vale conversar com uma psicóloga:
A criança nunca é a única atendida. A família entra junto.
O primeiro encontro é com os pais ou responsáveis, sem a criança. É onde a psicóloga entende a história, a rotina da casa e o que está preocupando.
A criança é atendida no ritmo dela, com brincadeira, desenho e jogo. Não é um interrogatório, e ela não precisa saber explicar o que sente para ser ajudada.
A psicóloga explica o que observou e orienta o que fazer em casa. É aqui que o trabalho sai da sala e chega no dia a dia.
Quando faz sentido, e sempre com autorização da família, a psicóloga conversa com a escola, porque boa parte da vida da criança acontece lá.
O sigilo também vale para a criança. O que ela traz na sessão é protegido, e a devolutiva aos pais é feita de um jeito que preserva essa confiança, sem esconder o que os responsáveis precisam saber para cuidar dela.
Sobre tempo: cada criança tem o seu, e não existe prazo fixo. Diagnóstico, quando é o caso, não se fecha em uma consulta só.

Escuta, observa e orienta a criança e a família, com cuidado em cada fase.
Sim, e é melhor que ele saiba antes. Explique de um jeito simples: é uma pessoa que ajuda crianças com o que elas estão sentindo, e que vocês vão brincar e conversar. Criança levada de surpresa costuma chegar assustada.
Nos encontros com a criança, normalmente não. Isso é combinado caso a caso, principalmente quando a criança é bem pequena.
Não literalmente. A criança também tem direito ao sigilo. A psicóloga passa aos responsáveis o que é necessário para ajudar em casa, e avisa sempre que houver qualquer situação de risco.
Não. Você pode procurar direto. Se a escola já enviou algum relatório ou bilhete, leve, porque ajuda a entender o quadro.
Agitação tem muitas causas possíveis, e só uma avaliação cuidadosa consegue dizer. Diagnóstico não se faz em uma consulta só, e muito menos por descrição de comportamento lida na internet. O primeiro passo é a conversa com a psicóloga.
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